Conheça as belezas da Serra do Corvo Branco e da Serra do Rio do Rastro

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O Sul do Brasil é, sem dúvidas, um dos lugares mais múltiplos do país em relação à cultura e às atrações que oferece. Mais especificamente no Estado de Santa Catarina, encontramos duas serras desafiantes, perfeitas para quem curte uma aventura.

A Serra do Corvo Branco serve como barreira natural para os municípios de Urubici e Grão-Pará, respectivamente a 172 km e 189 km de distância de Florianópolis. Já a Serra do Rio do Rastro localiza-se em um trecho da SC-390 e liga os municípios de Lauro Müller e Bom Jardim da Serra, ambos no Sul do Estado, a 188 km e 230 km da capital, respectivamente.

As duas serras oferecem o que há de melhor para os aficionados por aventura. Ficou com vontade de conhecê-las? Embarque conosco nesta leitura e saiba mais!

Serra do Corvo Branco

Por muitos anos a Serra do Corvo Branco foi um paraíso perdido, tendo em vista a maciça associação de expedições off road justamente com a sua conterrânea Serra do Rio do Rastro. A bem da verdade é que ambas oferecem paisagens inimagináveis e se equiparam em beleza e desafio.

Um dos motivos que ajudaram a elevar a Serra do Corvo Branco ao protagonismo merecido é o seu cartão de visitas. A descida íngreme da estrada que leva a Grão-Pará é um verdadeiro desafio de precisão e é ideal ser feita por carros robustos como a Amarok.

Bem estreita, o tráfego de caminhões nela é proibido. Uma aventura para ser apreciada com moderação e cuidado. Antes de percorrê-la, é imprescindível realizar uma revisão no veículo e redobrar o cuidado com os freios. É importante contar com ajuda de equipes de expedição nesse momento e, principalmente, prestar atenção nas condições do tempo. Em dias de chuva, não é recomendável fazer a descida, até porque não vai dar para apreciar as belezas da paisagem.

Mirante da Serra do Corvo Branco

Um dos checkpoints obrigatórios da Serra do Corvo Branco é o primeiro da jornada. Logo no início da descida para Grão-Pará, o viajante pode desfrutar das paisagens mais grandiosas e exuberantes do local.

O Mirante da Serra apresenta em uma placa um pouco da história do local. O destaque fica com a vista privilegiada da chamada garganta da Serra, formada por dois paredões paralelos com cerca de 90 metros de altura, que é a razão para sentir-se integrado com a engenhosidade e o perfeccionismo da natureza. Ótimo ponto para tirar fotos e guardar as recordações dessa viagem inesquecível.

Alto da Montanha

Aberto diariamente das 8h às 17h, a visitação está sujeita à cobrança de R$ 20,00 (em 2019) por pessoa para conhecer o Alto da Montanha. A subida pode ser feita por trilheiros, mas o aconselhado é fazer a maior parte do trajeto de carro — de preferência um robusto 4×4 para encarar o morro íngreme — e guardar um pouco da energia para terminar o percurso a pé,  diversas trilhas poderão ser percorridas a pé no alto da montanha.

Expedições

Várias equipes de expedições estão preparadas e estudam há muito tempo as áreas a serem exploradas por amantes do off road. Equipes como a do Território Amarok podem ajudar os aventureiros a experimentar com segurança passeios inesquecíveis, além de terem roteiros com atrações exclusivas.

Serra do Rio do Rastro

Quinze quilômetros de estrada que contam com nada menos que 284 curvas durante a sua extensão caracterizam a Serra do Rio do Rastro. O caminho é tão sinuoso e estreito, que não é possível os caminhões percorrerem a descida sem que os veículos mais leves precisem dar ré para permitir a sua passagem.

Essa genuína marca de aventura traça a rota da imigração da região, onde os primeiros exploradores tiveram que abrir passagem pela serra para desenvolver os seus ofícios nos lombos dos animais de carga.

Mirantes da Estrada

Como era de se esperar, a altitude dos morros e a latitude em que se encontram contribuem para dar o ar gélido da Serra do Rio do Rastro. Há vários mirantes no local para apreciar as paisagens e o clima frio, além do forte vento constante na região.

Uma dica valiosa é guardar um tempinho para visitar o último mirante da estrada, onde é possível ver as cachoeiras e toda a grandiosidade das colinas. No inverno pode-se esperar por geadas, além de ter a visão privilegiada das quedas d’águas congeladas.

Cânion da Ronda

O Cânion da Ronda recebe essa alcunha devido à história da colonização da região. Antigos tropeiros aproveitavam a formação das paredes do cânion para criar animais. Desse modo, criavam uma espécie de curral natural, em que tinham que fazer a ronda para vigiar os animais à noite.

A ideia aqui é apreciar a vista mais privilegiada do cânion, a de seu pico, que chega à altura de 1427 metros de altitude. O acesso pode ser feito por meio de uma caminhada leve, totalizando 6 km, com média de 2 horas de duração. Uma ótima pedida para quem deseja caminhar nas alturas economizando fôlego.

Cascata da Barrinha

A cascata de Barrinha na Serra do Rio do Rastro é um lugar estratégico, pois fica abaixo do nível da estrada. O principal ponto de referência é a placa de entrada da cidade de Bom Jardim da Serra. Para não ter erro, o ideal é se informar com os habitantes locais ou com a sua equipe de expedição ou, ainda, acionar o GPS.

A cascata é charmosa e pequena, se comparada às grandes quedas d’água. Suas águas são frias, mas no verão é possível nadar, além de realizar um delicioso piquenique, que já é tradição do local. No inverno, vale apreciar o seu visual de lago congelado.

Não faltam motivos para visitar a Serra do Corvo Branco e a Serra do Rio do Rastro. Seus cânions, paredões, clima e atividades radicais são inigualáveis. É sempre bom alertar que, por se tratar de um local extremo, equipes experientes — como a do Território Amarok — e o carro robusto da Volkswagen são duas pedidas perfeitas para os locais.

Ficou interessado? Nossa equipe está preparada e aguardando por você! Entre em contato e embarque nessa jornada conosco!

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